terça-feira, 21 de junho de 2011



Não sei quem sou
Nem sei o meu nome
Só sei que tudo meu lado some
E na minha estrada? Nem sei onde vou


Só sei que sou um carente, um perdedor
Que na vida nunca conheceu o amor
Senão desgosto e maldição
Para esse infortuno coração

Amei o quanto pode amar
Dei o quanto pode dar
Chorei o quando pude chorar
Até gritei o quanto pude gritar

Mas os meus gritos eram mudos
Mesmo sem ter nada, me tiraram tudo
Sonho, vaidade, vontades, esperança
Paixão, segurança até a confiança.

Talvez um dia a vida se lembrara- de mim
Não hoje, Não amanha, talvez na minha morte
Enfim se ela quis assim
Aceito o meu destino, aceito a minha sorte…

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